O duo hamburguense Adana Twins – formado pelo enérgico Take It Easy e o certinho Freezo – uniu-se devido a uma paixão compartilhada à comida turca e groovin house music.

Estiveram sobre os holofotes da maioria dos dj charts no último ano, liderando os rankings do Beatport e Resident Advisor de forma grandiosa. Seu hit “Juicy Fruit” surpreendeu os amantes fiéis do deep house, alcançando suporte de artistas dos mais variados gêneros.

O sucesso inesperado de seu EP “Everyday” resultou em uma agenda repleta de turnês internacionais, um punhado de novos remixes, massiva atenção da mídia, assim como uma festejada residência no clube Ego, do emblemático Solomun.

Seu mais novo sucesso “Reaction”, que traz os belos vocais da brasileira Daniela Caldellas (Digitaria), já ocupa posições respeitáveis nos sites de venda especializada e nesse contexto a dupla volta ao Brasil para mais uma turnê arrebatadora!

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Criando música dançante através grooves misteriosos Ricardo Albuquerque é hoje um dos artistas mais ativos da música eletrônica nacional. Desde 2013 residente do lendário Warung Beach Club, teve sua trajetória ascendente ligada de forma íntima ao clube catarinense, construindo uma identidade poderosa que carrega pelas pistas por onde passa.

Natural de Curitiba, cidade ícone da música eletrônica brasileira, Albuquerque é criador das marcas Radiola Records e Sonido Profundo, as quais continua a frente ao lado de Haustuff e DJ Leozinho, respectivamente.

Como produtor Albuquerque teve desataque em 2019, lançando sua música por importantes selos da Europa, tais como Get Physical e 3rd Avenue. Nesse mesmo ano suas faixas também foram tocadas por artistas de renome como Oxia e Marco Carola. Em 2018 lançou seu primeiro álbum denominado ‘’BORGMAN’’, alcunha que usa de forma alternativa.

Suas apresentações são cheias de energia e profundidade, transitando entre os estilos, característica que o levaram a se apresentar nos principais palcos da e-music mundial, tais como Watergate Berlin (ALE), Sisyphos (ALE), Brunch (ESP), Studio338 (INGL), Fabric (ING), Egg London (ING), The BPM Festival (MEX/POR), Pratersauna (AUS), Space Miami (USA) e Amnesia Ibiza (ESP).

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Creating dance music through mysterious grooves Ricardo Albuquerque is today one of the most active artists of electronic music. Since 2013 resident of the legendary Warung Beach Club, his rising trajectory is closely connected to the brazilians’s most important club, building a powerful identity that carries by the dance floors where he passes.

Born in Curitiba, iconic city of brazilian electronic music, Albuquerque is the creator of the brands Radiola Records and Sonido Profundo, which keeps working alongside Haustuff and DJ Leozinho, respectively.

As a producer Albuquerque was hit in 2019, releasing his music on important labels in Europe such as Get Physical and 3rd Avenue. On that same year his tracks were also played by renowned artists such as Oxia and Marco Carola. In 2018 he released his first album called ‘’BORGMAN’’, pseudonym that uses alternatively.

His presentations are full of energy and depth, transitioning between styles, a feature that led him to perform on the main stages of e-music worldwide, such as Watergate Berlin (ALE), Sisyphos (ALE), Brunch (ESP), Studio338 (INGL), Fabric (ING), Egg London (ING), The BPM Festival (MEX / POR), Pratersauna (AUS), Space Miami (USA) and Amnesia Ibiza (ESP).

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De ascendência alemã, o paulistano Alex Stein traz da terra de seus ancestrais a orientação natural pela música eletrônica, o que o levou desde muito jovem aos caminhos da especialização na produção musical. Assim, entre estudos e experimentações, já são quase dez anos de dedicação exclusiva à música como DJ e produtor. O resultado é a consolidação do artista como um dos principais representantes da nova geração da música eletrônica brasileira, com lançamentos expressivos por grandes gravadoras internacionais, e sucesso de vendas, com sua música presente nas pistas dedança de lugares tão distantes quanto Africa do Sul, Canadá, Austrália e Brasil, além, é claro, do desejado reconhecimento no país de origem de sua família e meca da música eletrônica, Alemanha!

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Como um enigma e mais pesado que o céu, o instinto ascendente de André Gazolla manifestou-se através da música logo cedo. Vocalista de banda na adolescência, ouvindo rock com seus irmãos, a origem e raízes da sua história possuem proveniência no Centro Oeste Paulista. AG migrou naturalmente do universo “rock and roll” para o círculo de amigos DJs e festas eletrônicas, de certa forma, pela proximidade e afinidade, de externar um arbítrio livre.

Os passos nas primícias foram de muito empenho e aprendizado em busca do conhecimento. Após longas jornadas até deparar-se, por fim, em um estágio que pudesse amadurecer a propriedade para desenvolver a formação da sua identidade. Disciplina e dedicação foram elementos essenciais durante o processo do seu EP de estreia: “My First Impressions”, lançado em abril de 2016, trabalho que pelo próprio título anuncia, marca o momento de firmar o pé diante do cenário nacional. Após percorrer e sobrevoar a maior parte dos estados no território verde e amarelo, no ano de 2015 um sonho que se tornou realidade, tocar em um dos principais festivais de música do planeta, o Rock In Rio. Além desse marco histórico, entre embarques, vôos e aeroportos, surgiu um novo carimbo no passaporte, com uma rápida passagem por Moçambique, no continente africano, a sua primeira apresentação internacional.

Ao caminhar no decorrer de cada experiência da sua intensa trajetória, esteve no comando das cabines e pistas dos melhores clubs do Brasil, do Norte a Sul do mapa tupiniquim, a música virou combustível para mergulhar em um novo mundo. Com uma bagagem mais experiente, seja produzindo ou tocando. Uma das novidades de 2018 está na sua participação com a faixa “Fue Asi”, no VA (Various Artists) “Tales Of Lovers”, compilação da estimada gravadora italiana 303Lovers Records, e o remix “Sooner Of Later” para o produtor argentino Joe Fisher.

Sem medir esforços, o árduo empenho tanto no estúdio quanto na estrada ganha motivação conforme o entusiasmo do público ao redor do globo. Prova disso foi a sua Tour em julho de 2018 com sete datas nos EUA. Fruto de uma empreitada, suas produções ganharam suportes de uma longa lista de artistas, nacionais e internacionais, de Laurent Garnier, wAFF a Hot Since 82. Com a intenção de inovar, em paralelo a sua carreira, toda atenção voltada para a curadoria da Pyramid Waves e Rolling Music, labels independentes com propostas diferentes.

Nesse instante, André Gazolla sabe quando derrama seu espírito e toca o coração de outras pessoas por meio da música, a sensação de dedicar-se a um momento assim, vale mil vidas.

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Não há dúvidas de que ANNA está em sua melhor fase, com datas requisitadas em todos os continentes – especialmente após ganhar o título de Artista Revelação no DJ Awards 2016 em Ibiza. A brasileira, que reside em Barcelona, transforma tudo a que se dedica em sucesso, seja criando faixas icônicas para selos respeitados, remixando artistas de ponta ou se apresentando nas pistas de dança pelo mundo. Lançamentos recentes em selos como Diynamic, Turbo Recordings, RUKUS e Kompakt, além dos remixes de Tiga, Audion, Matador e Reboot, foram essenciais para marcar o lugar de ANNA na linha de frente da dance music. Hoje seus anos de trabalho duro e dedicação se transformaram em credibilidade ímpar, validada nas pistas mais efervescentes o mundo.

ANNA é uma mulher que acredita em propósito, e com apenas 14 anos encontrou sua vocação: crescendo no ambiente da música a exemplo do pai, dono de um nightclub no interior paulista, ela absorveu a atmosfera da noite e desenvolveu uma conexão profunda com a dance music. Após sua mudança para São Paulo, o interesse pela fervilhante cena underground só aumentou. Logo, ANNA se juntou ao casting de uma agência e começou a tocar, ao mesmo tempo em que dava vazão à criatividade produzindo suas primeiras músicas. O começo da sua carreira passa longe do glamour que muitos imaginam, e envolveu uma dedicação sobre humana e muito trabalho duro. Mas foi com muita persistência que todas as datas em que tocou de graça, no começo de carreira, valeram a pena. Hoje esta garra lhe rendem homenagens como esta: “Vamos deixar uma coisa clara: nós amamos ANNA e o seu som!” – Mixmag UK.

Por trás de uma agenda cheia de compromissos no estúdio e com o público, em gigs cada vez mais incríveis, existe uma mulher que fica feliz quando supera suas expectativas. Entre os destaques da sua carreira podemos citar noites memoráveis na sua terra natal, em clubes como D-Edge, ou nas melhores noites de Ibiza como Carl Cox, Revolution at Space, Closing Space, Solomun +1, C10 e Paradise (Ibiza). Do Ultra Music Festival ao lendário clube Rex em Paris, do Tobacco Dock em Londres ao Movement Festival em Detroit, passando pelo Awakenings na Holanda e pelo Rainbow Serpent Festival ne Austrália, a lista só aumenta!

É fato consumado pela THUMP: “ANNA chegou para ficar”. Portanto é bom ficar atento aos ventos que sopram todo o seu frescor
cheio de groove, e marcar presença quando tiver a oportunidade de ver e ouvir esta gigante.

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Any Mello conhecida até então pelo seu trabalho como Vj, decidiu que era hora de dar o próximo passo em sua carreira. Agora como Dj e produtora, ela vem despertando o interesse dos amantes de Techno. Por passar temporadas anuais na Alemanha, o país se tornou sua segunda casa e influenciou sua forma de entender a música.
Dona de um grande carisma e um modo simples de ver a vida, Any interage com seu público de forma genuína e por onde passa deixa a sua marca.

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Já diziam alguns dos maiores gênios da arte: criatividade é trabalhar com suas próprias limitações. A evolução artística legítima se encontra no desafio constante de seus próprios limites. Eli Iwasa e Marco AS – ela DJ, e ele produtor musical – são mestres nas funções que ocupam. Na longa estrada de suas sólidas carreiras, aprenderam a dominar com destreza rara os elementos-chave de suas ocupações: técnica e sensibilidade. A fim de se manterem vívidas, no entanto, almas destemidas se orientam espontaneamente em direção ao inexplorado. Eli e Marco fazem parte desse grupo. No Bleeping Sauce, eles não apenas experimentam com novos sons, mais com novas capacidades: Marco toca com uma gama de novos instrumentos, diferentes daqueles que dominava ao integrar o projeto Click Box, e Eli se aventura em sua própria voz, cantando com habilidade letras escritas pelos dois.

 

Essa busca pelo novo se traduz em uma explosão de inspiração: melodias, ritmos e letras nascem naturalmente, límpidos, refletindo o momento presente prolífico da dupla. Desde o primeiro ensaio juntos, a sinergia foi instantânea: vindos da mesma escola musical de synth-pop e pós-punk que reúne New Order, Depeche Mode e The Cure, Eli e Marco encontraram, um no outro, a companhia musical perfeita. A sincronia da dupla é evidente, tangível em sua música, palpável na presença dos artistas. Essa autenticidade foi rapidamente sentida em suas imediações: logo de início, o Bleeping Sauce lançou, pelo selo Warung Recordings, um EP com remix de Gui Boratto. O contraste entre experiência musical e propensão ao inexplorado resulta em uma performance legítima, pura, que apenas aqueles que a presenciam podem compreender.

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Linguagem. Segundo o dicionário Houaiss, significa “qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais.” Alguns artistas encontram nas palavras escritas seu meio de expressão mais eficaz. Outros, extrovertidos, usam a língua falada. Há também aqueles que obedecem sua memória visual, e encontram no design ou no modo de se vestir a melhor forma para se comunicar com o mundo. Paulo Boghosian, por sua vez, fala a língua da pura música. Sua percepção sonora é límpida, tornando o som quase tangível em cada uma de suas apresentações: é com uma música intensa, enérgica e destemidamente íntegra, que ele se comunica com o seu público. A pista, por sua vez, responde invariavelmente à altura.

Tal sensibilidade é a maior constante de Boghosian. Enquanto o hype faz nascer alguns e sumir outros no trajeto do tempo, ele mantém sua carreira inabalável há 17 anos. Sua linguagem, forte, sofisticada e ao mesmo tempo sensível, é admirada por todas as tribos. Pudera: mestre de sua identidade sonora, ele se comunica, em qualquer club e em qualquer horário da noite, com seu próprio idioma, inconfundível. Sua destreza, porém, não reside apenas em cultivar essa personalidade artística singular. Boghosian sabe como poucos dosar nuances, os altos e baixos que o fazem um DJ apto a capitanear o início, o auge e o fim de uma soirée. Não é à toa que, ao longo de seu percurso, ele foi escolhido, por três vezes, como “Melhor DJ do Brasil” no prêmio da revista Cool Magazine.

Seja em suas residências no club Warung e na festa Colours, em suas produções solo lançadas por selos como DFTD (Defected), AIA-D e SUDD ou em remixes para artistas como Marco Resmann, Boghosian mantém-se fiel ao seu senso apurado, propagando ininterruptamente aquilo que faz de melhor: a música pela própria música.

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Drunky Daniels é uma dupla de DJs e produtores musicais com 15 anos de experiência, tanto dentro dos estúdios como no comando das pistas de dança. Nesse tempo, Ella Whatt e Vini Ferreira colecionam nada menos que 140 lançamentos em formato musical, por selos bombados como Seres Produções, Toolroom e Warung Records. Em 2014 receberam o título de Artistas do Ano pela revista inglesa DMC, especializada na cultura DJ.

 

 

Com uma grande bagagem produzindo house, tech house e techno à moda europeia, Ella e Vini subitamente foram fisgados por algo maior que eles: suas raízes. Descobriram que cada brasileiro tem dentro de si uma herança musical riquíssima, e que o som da terra onde nasceram tem muito a somar com as referências do Drunky Daniels. Depois de alguns testes com sucesso nas pistas de todo Brasil e também na Alemanha, Holanda e Reino Unido, passaram a assinar lançamentos carregados de sonoridades orgânicas, com influências afro e particularidades regionais – uma grata surpresa para o público e para os DJs de todo mundo que seguem de perto os lançamentos da dupla.

 

 

O resultado tem sido notável. Em 2018 a primeira incursão da dupla pelo Afro House – a faixa “Ça Loca” co-criada com Albuquerque – assinou a trilha do BPM Festival Portugal. Ainda no mesmo ano, a faixa “Gamboa” atingiu o Top 20 das mais vendidas do Afro House do portal de vendas Beatport. Iniciando 2019, o EP “Rebolado” ficou entre os 10 mais vendidos no ranking geral do portal Traxsource. Já no Beatport, o mesmo EP figurou entre os 5 mais vendidos do gênero.

 

 

Mas o melhor ainda estava por vir. O primeiro álbum de Drunky Daniels, Zabumba foi lançado em Julho de 2019 e atingiu um feito ainda inédito: foi eleito “Álbum da Semana” pelo portal Traxsource, selecionado entre centenas de lançamentos do mundo todo, em plena temporada de verão. O álbum mistura a organicidade de instrumentos brasileiros com a estética afrofuturista, harmonizados com as batidas do house e do techno. “Zabumba” tem corpo e personalidade, um álbum onde cada faixa foi pensada com carinho e tem um porquê de existir – algo bastante raro no universo eletrônico. Não à toa, o trabalho autoral tem ganhado pistas e marcado presença em cases de artistas tão diversos quanto Black Coffee (Africa do Sul), Hot Since 82 (UK) e Hyenah (Suécia).

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Repertório rico e mixagem hábil fazem bons DJs. Mas nesta constelação de apaixonados musicais que dão as caras atrás das cabines do universo, existem pontos luminosos que brilham mais forte. Eles são focos de luz pulsante, atraem galáxias inteiras por onde passam. Aqueles que os veem tocar são embriagados por sua cintilância, sem saber ao certo por quê – e quando menos esperam, percebem seus corpos a se mover involuntariamente, seus olhos fecharem-se de tempos em tempos e, sob um torpor musical coletivo, sorrisos abrindo em seus rostos. Autênticos comandantes de suas naves espaciais, esses DJs que fascinam multidões têm, além de técnica e pesquisa musical intensa, uma rara dádiva celeste: eles escutam com sinceridade extraordinária a própria intuição. São mestres das sensações, causadores de reações, conectam-se com outros seres com facilidade surpreendente.

Há 15 anos movendo pistas nesta e em outras galáxias, Eli Iwasa é uma DJ completa. Seu senso apurado a leva não somente a compreender seu público, mas a uma renovação musical constante e afinada com o seu tempo astral. Ela é atual, mas sem jamais abandonar suas referências – como esquecer sete anos conduzindo a noite Technova, no estelar Lov.e Club. Recentemente, seu desejo de expressão artística a levou a criar a banda Bleeping Sauce ao lado de Marco A.S. (ex-Click Box). Lá, ela canta suas letras, em meio a kicks de techno e a guitarras que reverberam os tempos em que passava seus dias na Galeria do Rock, em São Paulo, procurando por lançamentos de pós-punk e synthpop – quem sabe, um novo disco pirata ou a última raridade recém chegada do Japão.

 

Assim como Patti Smith e PJ Harvey, mulheres fortes que são suas inspirações de vida, Eli é multiforme: artista sideral, empreendedora sócia do Club 88, em Campinas, e curadora de seu programa de rádio. Uma jornada rumo ao infinito, que irradia energia reluzente por onde passa.

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A brasileira Graziela Largura é a pessoa por trás do projeto ELLA WHATT. Com 28 anos, a DJ e produtora já acumula alguns anos de carreira, tocando profissionalmente desde os 16 anos.
Após passar pela faculdade de Produção de Música Eletrônica na Anhembi Morumbi, a DJ se mudou para Dublin na Irlanda, onde adiquiriu muita experiência tocando Techno. A cena underground acabou puxando ela para a Londres, onde morou um ano. Ao voltar para o Brasil, Grazi formou o duo de Tech House, Drunky Daniels, com Vini Ferreira. O projeto deslanchou, tendo suporte mundial de vários artistas e músicas alcançando o Top 100 do Beatport. (…)

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O Sul do Brasil se notabilizou como um local privilegiado para os fãs da música electronica, e é dele que o gaúcho Fran Bortolossi surge como um dos mais talentosos protagonistas. Fran começou a tocar no ano de 2006 na Serra Gaúcha, e três anos depois, em 2009 passou a fazer a COLOURS, festa itinerante que já teve mais de 60 edições entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e que hoje é uma referência nacional em produção e curadoria.

 

Além dos eventos que produz, o talento de Fran também se revela nas mixagens e na construção de sets de House Music: ele já se apresentou em grandes festivais como Tomorrowland Brasil e XXXPerience, além de clubes brasileiros do porte de D-Edge (SP), Warung (SC) e Vibe (PR). Entre 2015 e 2017 turnês frequentes pela Argentina e passagens pela Europa, com apresentações em festivais como Amsterdam Dance Event e em clubes como Ritter Butzke (Berlim) lançaram o nome de Fran no circuito internacional. O período também foi marcante no que diz respeito às produções, com mais de seis faixas originais e remixes sendo lançados por selos como LouLou Records Warung Recordings.

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A música eletrônica está repleta de artistas de apenas um hit, atrelados a determinado tempo e espaço e nunca mais vistos novamente.

Gabe não é um deles. Um dos produtores pioneiros em seu país de origem, o Brasil, ele tem vitalizado toda uma nação de dançarinos desde o final dos anos 90. Seus primeiros sucessos vieram de nomes e gêneros diferentes, os quais ele abandonou em favor de um chamado mais verdadeiro. Essa mudança consciente é evidência de sua abordagem – implacável, envolvente e versátil. Gabe mantém uma fluência maliciosa de dark techno, envernizado de baixos acessíveis, vocais e batidas house dançantes.

Gabe não é um tipo que descansa sobre seus próprios louros. Apesar de ter sido indicado como um dos DJ Mag Top 50 sob uma diferente alcunha, ele mudou sua marca registrada e seu estilo de produção há quase uma década, para refletir novos interesses. Seu estilo varia entre deep house a 2-step, indie-dance, techno e mais nos últimos oito anos. Grandes gravadoras e artistas tomaram nota – Sasha o convidou para remixar duas músicas lançadas em seu selo emFire, e seus últimos lançamentos em alicerces da house music como Off Recordings e Defected lhe trouxeram fama ao redor do globo. Ele também traz uma atitude focada à suas gigs, construindo live sets dinâmicos, musicais e tudo, menos ordinários.

Como a maioria dos artistas de vida longa, o trabalho de Gabe é multifacetado. Enquanto viajando e tocando em mecas da dance music como o Warung Beach Club (Brasil), Bar25/Katerholzig (Alemanha) e festivais em locais tão remotos quanto a Austrália, ele também administra o selo Zero Eleven Music, apresentando proeminentes novos artistas a partir de seu QG em São Paulo. Esse elemento de retribuição à comunidade é algo precioso para Gabe. “Estou sempre aprendendo” diz ele sobre sua paixão pela colaboração. “Aprender primeiro para mim, e depois trocar experiências com novos artistas, é uma das coisas que mais gosto de fazer”.

Com incomparável dedicação, um currículo de dar inveja, e energia suficiente para viajar continentes, Gabe vê um futuro brilhante para a música eletrônica. Olhos firmes no horizonte como artista solo, membro do eminente duo Velkro e dono de gravadora, esse homem ocupado não planeja descansar tão cedo.

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Gustavo Bravetti: músico, inventor, mágico. Com seu longo chapéu negro e armadura high-tech, é um performer sem igual no mundo da dance music. Inovador e criativo, acredita que um live act vai muito além de tocar sua música para o público – é a chance de enfeitiçar, fascinar e hipnotizar as pessoas. Durante quase três décadas é isso que Bravetti tem feito, da Loveparade ao festival Kazantip, e hoje o futuro deste artista ímpar parece mais promissor do que nunca com o lançamento do live Analogico.

“Analogico” representa a realidade; o agora. Uma combinação de circuitos reais em uma irreverente performance ao vivo. Aviso: isto não é uma simulação. Desde o primeiro beat, a vibração é verdadeiramente real. “Analogico” é sobre vontade e controle. Trata-se da interação irrestrita entre os circuitos e a multidão, com Gustavo Bravetti atuando como interface entre eles, tendo a música não como subproduto, mas como verdadeiro significado de todo o processo.

“Eu não queria ter uma qualidade de música para minhas produções de estúdio e outro tipo de qualidade para minhas performances ao vivo. Eu não queria usar trilhas de backup ou amostras pré-masterizadas apenas para manter uma consistência entre meu estúdio e trabalhos ao vivo. Eu queria que todos esses circuitos funcionassem, vibrando, eu também queria ter controle total sobre eles”.

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HNQO cresceu nas ruas de Curitiba como um famoso breakdancer, guiado pelas vozes de Kool Herc e Grandmaster Flash.

 

Pouco tempo depois, ele passou a criar habilmente camadas de hit hats para batidas cheias de groove e vocais com um toque suave mas ameaçadora. Sua música toma conta de você da cabeça aos pés, com ganchos insolentes e ritmos infecciosos. Mais do que um músico, HNQO é um intérprete do passado, fundindo elementos de hip hop, jazz e outros gêneros em seu estilo muito próprio de deep house.

 

Hoje HNQO (ou Henrique, como é conhecido para os amigos) é uma das jovens estrelas em rápida ascensão na música eletrônica. Graças a estes sucessos, HNQO foi descoberto pelo inimitável Russ Yallop, e suas faixas são lançadas pela Hot Creations entre outros selos. Além disso, a marca própria de HNQO, Playperview, está vendo o sucesso internacional. Por quê? Porque a alegria e energia contagiante deste jovem talento permeia tudo o que faz, a partir de suas produções flutuantes, cheias de recursos para a pista de dança, e seus sets extremamente dançantes.

 

HNQO traz o funk, soul, e uma dose completa de realismo ao seu talento musical. Com EPs de destaque já lançados e uma série de outros ainda por vir, ele está pronto para abraçar o mundo.

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Oliver Grégoire é hoje um dos produtores belgas mais prolíficos e reconhecidos mundo afora. Isso graças ao seu perfeito domínio da arte da produção musical, que passou por muita experimentação em diversos gêneros, sob vários pseudônimos, dando origem a uma vasta discografia em renomados selos de música eletrônica. Um destes nomes é Kolombo, sob o qual Oliver construiu uma sólida carreira como produtor e DJ. Suas músicas já foram lançadas por selos como Kompakt, Eskimo, Noir Music, Bunny Tiger, Future Classic e 2DIY4, assinando pela última a track “My Own Business”, hit que atingiu o nº 2 de vendas no estilo Deep House no site Beatport. Como DJ, Kolombo se tornou em pouco tempo um nome concorrido no Brasil, especialmente por ter conduzido com maestria três grandes noites no main floor do Warung Beach Club e mais duas noites “sold out”: Vibe, em Curitiba e Beehive, em Passo Fundo. Desde então o belga já soma a impressionante marca de mais de 60 apresentações em pistas brasileiras espalhadas em 15 estados do país, com passagens por festivais como Tomorrowland Brasil, Tribaltech e XXXPerience. Produtor experiente, hoje comanda seu próprio selo, LouLou Records ao lado de seu parceiro Loulou Players, que possui uma firme conduta musical e faro para novos talentos e conta com o apoio de artistas como Solomun, H.O.S.H., Wally Lopez, entre outros. Como necessidade de extrapolar seus impulsos criativos, também cria música eletrônica de vanguarda desde 2008, ao lado do produtor Geoffroy Mugwump, pioneiro em Bruxelas, já tendo lançado músicas de consistência indiscutível por selos respeitados como Permanent Vacation, Cocoon, International Feel e Endless Fight.

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A americana Lauren Lane começou sua carreira de DJ na cena novaiorquina em 2007. Atualmente mora em Los Angeles CA, tendo residências no Sound Nightclub (Hollywood CA) e BPM Festival (México). Desde seu boom em 2010 Lauren viaja pelo mundo regularmente tocando em numerosos eventos e festivais como Coachella, EDC, Wavefront e BPM. Como produtora lançou seu primeiro EP ‘Cool Kids’ na gravadora de Nic Fanciuilli Saved Records. Ambas as faixas no EP ‘Cool Kids’ e ‘ Magic Flight’ mostraram ser de uma fundação sólida de deep house com elementos tech house que transpiram uma sensação agradável e dançante na pista. Lauren também debutou no label Visionquest com o EP “Lazer Eyez’ e na No. 19 Music com ‘Was in Luv’ ambas com vocais de Jaw (integrante do dOP), também remixou a track ‘Wild’ para Nic Fanciulli. Todos seus lançamentos receberam suporte de artistas internacionais como Seth Troxler, Carl Cox, Jamie Jones, Martinez Brothers, TEED e outros.

Lauren Lane agora é artista exclusiva da 24bit Management para o Brasil!

 

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Casualidades, acaso, destino: há muitas palavras capazes de designar as coincidências, mas quando a vida proporciona essas ocasiões o fascínio é inevitável. Leo Janeiro é um carioca que foi abençoado com o nome de sua própria cidade. Isto poderia ser apenas uma feliz coincidência, não fosse o fato de que o tempo e a trajetória do artista fizessem dele um protagonista do cenário da música eletrônica em sua cidade natal.

 

Mesclando talento com a experiência adquirida nas pick-ups, logo a carreira de Leo ultrapassou os limites da cidade que o criou, o que o fez expandir sua carreira para outras praias – onde mais espera-se encontrar um verdadeiro carioca? Atualmente, ele é residente do Warung Beach Club, Beehive Club e Freak Chic, tradicional noite de sexta-feira no D-Edge. Como produtor musical vem colhendo bons frutos no estúdio, com releases lançados pela Get Physical Music, D.O.C Records, Not for Us e Warung Recordings, onde atua como A&R, trabalho de curadoria que também é desenvolvido em seu próprio label, Cocada Music.

 

O projeto surgiu com o objetivo de descobrir e lançar artistas latino-americanos apresentando a rica influência dessa região para todas as partes do mundo. O resultado deu tão certo que o Cocada acabou expandindo-se para uma gravadora tornando-se uma importante plataforma musical e artística em parceria com a gravadora alemã Get Physical. Além dessa iniciativa, podemos destacar o seu trabalho junto na concepção do Brazil Music Conference, do qual é curador e grande incentivador.

 

Hoje Leo carrega na bagagem não apenas residências destacadas e passagens por países como Espanha, Portugal, Holanda, Alemanha e Estados Unidos como um divulgador da música eletrônica brasileira, mas também a consciência de sua sina: é capaz de aliar como poucos a originalidade a uma linguagem universal. Tal qual a sua cidade.

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Construir sets com a mesma habilidade com que os bons contadores de histórias nos envolvem em suas narrativas: criando suspense, colocando e retirando elementos na hora certa, alternando momentos etéreos com outros de intensidade, mas sempre dosando a emoção com precisão minuciosa. O curitibano Leonardo Arlant, mais conhecido como Leozinho, é um dos poucos DJs brasileiros aos quais esta analogia se aplica à risca.

Leo começou a tocar em 1996 e foi não apenas um dos DJs pioneiros no país, como também residente de um dos clubes mais importantes para o início da cena brasileira, a Rave, de Curitiba. A vocação inequívoca para as pick-ups e a capacidade de flertar com as variantes da House Music, do Trance e do Techno no mesmo set rapidamente fizeram dele uma referência na discotecagem com vinis: dono de um grande acervo repleto de raridades, logo nos primeiros anos de carreira ele percorreu os principais clubes do Brasil e já em 2000 venceu o “Philips Expression”, torneio que reuniu grandes DJs brasileiros. Em 2004 Leozinho foi premiado como “DJ revelação” do país no prêmio da Noite Ilustrada, do jornal Folha de São Paulo.
Suas apresentações no Skol Beats fizeram com que ele adquirisse experiência também em festivais e fosse um dos poucos representantes brasileiros no line-up do Creamfields Buenos Aires, festival onde tocou em 2006. Tem no currículo apresentações em clubes e festivais conceituados de Londres, Berlim, Hong Kong, Amsterdam, Los Angeles e Ibiza.

Primeiro residente do Warung Beach Club – clube onde regularmente faz alguns dos seus melhores shows até hoje – ele ainda integra o trio Life Is a Loop e também se dedica as novas produções, ao lado de parceiros como Ricardo Albuquerque (Warung Recordings) e o brasileiro Gabe. Tanto nestes projetos como em sua carreira individual, Leozinho é um dos grandes talentos na arte de contar histórias através de suas apresentações melódicas e carregadas de experiência que, assim como na literatura, têm a valiosa capacidade de envolver e apaixonar as pessoas na pista.

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Dentre os muitos DJs e produtores internacionais que se apresentam pelo Brasil, poucos possuem uma relação tão profunda de intimidade com o público local como LouLou Players. Nascido na pequena cidade belga de Namur o jovem Jerome Denis se apaixonou cedo pela música eletrônica e já tocava e colecionava discos antes mesmo de ter idade suficiente para frequentar as festas que tomavam conta da Bélgica país notório por ter uma cena musical criativa. Seu talento precoce lhe garantiu uma bagagem que foi aperfeiçoada através do tempo com o codinome LouLou Players e aos poucos foi se transformando numa sólida experiência graças a apresentações por todo o continente europeu.

O amor pelo Brasil, entretanto, deu novos contornos à carreira musical do artista: desde sua primeira apresentação no país em 2013 a afinidade com as pistas brasileiras só aumentou e ele conquistou uma multidão de fãs. Sets energéticos e sempre grooveados em alguns dos principais clubes brasileiros como Warung, D-Edge, Vibe, P12, Club 88 e Anzu e também em festas e festivais como Colours, XXXPerience, Warung Day Festival e Rio Me firmaram rapidamente uma trajetória que hoje já acumula mais de sessenta apresentações no país e faz de LouLou um dos nomes mais atuantes dentro do vibrante cenário eletrônico nacional. Mas seu sucesso não se restringe à condução das pistas: através do selo LouLou Records, que mantém ao lado do também belga Kolombo, Jerome se tornou um dos grandes responsáveis no processo de exportação da nova safra de talentos brasileiros mais de dez artistas daqui lançaram pelo selo nos últimos anos. Como se não bastasse, nos estúdios o músico também se supera: como produtor, o belga se mostra um verdadeiro workaholic, assinando dezenas de hits lançados por respeitados selos como Cuff, Suara, Kitball e Bunny Tiger.

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A bela ucraniana Nastia tem sido aclamada como a grande revelação de 2013 por ninguém menos que o mestre Dubfire. Entretanto seu envolvimento com o mercado da música começou em 2006, quando foi contratada pelo festival Kazantip como DJ residente e também produtora de seu programa de rádio na famosa Kiss FM, que perdura até hoje sob a alcunha de Propaganda, também o nome do selo comandado por ela.

Seu estilo é inconfundível e por mais que tenha se aventurado no universo das produções, é diante das pick ups que Nastia mostra o melhor de si: mixagens seguras, sensibilidade na escolha do repertório e uma visível influência techno tornam seus sets experiências únicas de entrega e conexão entre artista e pista de dança.

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A história é a seguinte: com 13 anos o garoto ouve seu primeiro disco de música eletrônica no estúdio do primo de um amigo. Ao invés do vídeo-game, pede de natal dois toca-discos e um mixer. Daí em diante a curiosidade vira vontade, que vira coleção, e as referências passam a ser o cimento perfeito das partes desta persona musical que precisava ganhar o mundo: Felipe Muller torna-se Phil Mill. Um processo que vem acontecendo há muitos anos – tempo em que Felipe se aprofundou na pesquisa não só do house, mas também do funk, disco, ítalo, techno, e tantas outras vertentes que permeiam e influenciam seus sets e produções. Foi esta necessidade de expressão no estúdio, nos toca discos, na casa de amigos e nas pistas que deu origem a festa Alter Disco. Que transformou Felipe num DJ. Em criador de música. Em conversor humano de vibrações em sorrisos e movimentos.

 

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Felipe Schmitz Tavares aka Puka tem uma história com a cabine, intimidade vivida há mais de 8 anos e que já́ o levou aos mais variados clubs e palcos, do sul ao norte do país e vice-versa. Sua produção musical é caracterizada pela marcação constante do seu groove, com melodias, vocais que distinguem seus traços em seus lançamentos assinados por mais de 20 gravadoras e que conquistaram o suporte de nomes como Eddy M., Amine Edge & Dance, Gabe e Fancy Inc. Em 2017 fez sua primeira tour internacional no Peru e neste ano de 2018 PUKA cria a sua primeira label chamada “Order” ao lado de G. Felix e SOFAT. Apesar das infindáveis horas no estúdio, sua maior paixão é a pista de dança e toda a sinergia existente nela – para sorrir, ver sorrindo e ver a música acontecer sem pretexto algum, subjetivo como a arte!

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Original, versátil e contemporâneo: o projeto TouchTalk é formado por dois talentosos produtores brasileiros que ao decorrer de suas carreiras decidiram se unir para criarem juntos novas ideias em formato de música. Suas produções são o peso da sua marca, facilmente reconhecida e aceita pelo público.

 

DJs desde 2004 , Gabriel e Estevão se conheceram em 2009 , onde deram inicio em suas produções. Recebendo ótimos feedbacks por vários admiradores do estilo, passaram a aumentar o ritmo das produções, e em 2012 unificaram a dupla “Truati & Gabriel Castro” no projeto TouchTalk. A aceitação se reflete em sucessos como : “Got to Go” presente a mais de meses no topo de vendas da gravadora Zero Eleven (dos DJ’s e produtores Gabe, V.O.R, e Thomaz Krauze). A música também esteve durante um mês do top geral na categoria Tech-House.

Freaking” foi o primeiro release de 2015 pela norte americana Incorrect Music, gravadora referencia em musica underground com base em Chicago, tendo lançado artistas como: Solomum, Hot Since82, Vanilla Ace, Ramon Tapia, Lutzenkirchen, Whebba entre outros. Em menos de dez dias após o lançamento, Freakin” já se encontra no ranking de vendas no gênero Tech-house, e despertou atenção de artistas como Luigi Rocca e Marco Lys, onde ambos utilizaram em seus charts recentes. Esta é apenas uma mostra do que a dupla prepara para o ano de 2015.

 

Artistas como Amine Edge & Dance, Booka Shade, Kolombo, Joyce Muniz, Kyle Watson , Du Serena, Gabe, ,Luigi Rocca, Marco Lys, Vintage Culture, Matt Fear, Marcello V.O.R entre outros, dão suporte a dupla utilizando suas musicas em seus dj sets e podcasts ao redor do globo.

 

Donos de um vasto repertorio musical que semanalmente se renova, Touchtalk possui uma proposta inovadora de live set, procurando constantemente trazer novas ideias em suas apresentações. Diante das fortes referências que os influenciam e os admiram, é possível imaginar o futuro promissor desses talentos que passam de revelação nacional a headline dos principais eventos do país.

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Das profundezas da música eletrônica nacional, finalmente emerge mais um artista verdadeiro. Autor de histórias, suas canções transbordam emoção em forma de swing, reinterpretando suas próprias raízes musicais em leituras tão contemporâneas quanto futurísticas. Envolvido em um berço de fãs fiéis e crescentes, Victor Ruiz é filho de mãe house e pai techno e um eficiente maestro eletrônico que, do coração a cabeça, prega seus espectadores à pista de dança!

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Foi explorando um talento único: o feeling de pista, algo que só um verdadeiro fã de música eletrônica pode entender, que nasceu ZAC: estas três letras transformam espaços em pistas de dança e música em energia!

Depois de muitos anos no comando do Amazon Club, referência em música eletrônica do oeste catarinense, Thiago Zacchi absorveu conhecimento necessário para entender o que é preciso para comandar uma pista, dominando a arte da discotecagem e assim transitando com facilidade por vários estilos, sendo reconhecido pela originalidade, com o único objetivo fazer a diferença na noite de quem é apaixonado por música, como ele próprio.

Com dez anos de carreira, sua bagagem leva as muitas pistas incríveis que passou pelo Brasil e agora também sua música o levou para suas primeiras tours internacionais pela América do Sul, passando pelo Peru, Uruguai e Argentina. Além de DJ., ZAC é um produtor musical criativo e incansável com faixas assinadas em selos como Sprout, Proton, Beat Boutique e conquistou o suporte de artistas como Hernan Cattaneo, D-nox, Erick Morillo, Tocadisco e um remix para David Forbes – para citar alguns. Seu último EP “Crystal” atingiu o TOP 100 Progressive House do Beatport, enquanto seu single “Crusade” entrou para o TOP 100 Melodic House.

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