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De ascendência alemã, o paulistano Alex Stein traz da terra de seus ancestrais a orientação natural pela música eletrônica, o que o levou desde muito jovem aos caminhos da especialização na produção musical. Assim, entre estudos e experimentações, já são quase dez anos de dedicação exclusiva à música como DJ e produtor. O resultado é a consolidação do artista como um dos principais representantes da nova geração da música eletrônica brasileira, com lançamentos expressivos por grandes gravadoras internacionais, e sucesso de vendas, com sua música presente nas pistas dedança de lugares tão distantes quanto Africa do Sul, Canadá, Austrália e Brasil, além, é claro, do desejado reconhecimento no país de origem de sua família e meca da música eletrônica, Alemanha!

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O duo hamburguense Adana Twins – formado pelo enérgico Take It Easy e o certinho Freezo – uniu-se devido a uma paixão compartilhada à comida turca e groovin house music.

Estiveram sobre os holofotes da maioria dos dj charts no último ano, liderando os rankings do Beatport e Resident Advisor de forma grandiosa. Seu hit “Juicy Fruit” surpreendeu os amantes fiéis do deep house, alcançando suporte de artistas dos mais variados gêneros.

O sucesso inesperado de seu EP “Everyday” resultou em uma agenda repleta de turnês internacionais, um punhado de novos remixes, massiva atenção da mídia, assim como uma festejada residência no clube Ego, do emblemático Solomun.

Seu mais novo sucesso “Reaction”, que traz os belos vocais da brasileira Daniela Caldellas (Digitaria), já ocupa posições respeitáveis nos sites de venda especializada e nesse contexto a dupla volta ao Brasil para mais uma turnê arrebatadora!

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Criando música dançante através de grooves misteriosos, Albuquerque é o que se pode chamar de ”DJ nato”. O curitibano é co-fundador da marca Radiola Records e reconhecido nacionalmente por sua identidade musical. Experiente e carismático, o mais jovem residente do Warung e do D-Edge se entrega a cada apresentação, colecionando em sua carreira momentos inenarráveis em grandes palcos da e-music mundial, tais como The BPM Festival (México), Amsterdam Dance Event (Holanda), Watergate (Alemanha), The Egg (Inglaterra), Kater Holzig (Alemanha), Tribal Tech (Brasil), (Rumors (Ibiza), Pacha (Espanha), Off-Sónar (Catalunha) e Sass (Áustria).

 

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Brazil-born and Barcelona-based, ANNA is in high global demand – having recently won Best Breakthrough Artist 2016 at DJ Awards in Ibiza, 2017 promises to be ANNA’s biggest year yet.

ANNA creates success out of everything she turns to whether producing originals for well-respected labels, remixing top-flight acts or moving dancefloors the world over.

Recent releases on the likes of Diynamic, Turbo Recordings, RUKUS, plus remixes for the likes of Tiga, Audion, Matador, Reboot, are cementing ANNA’s rightful place at the forefront of dance music and a credibility validated around the world after years of hard work and uncompromising dedication.

ANNA firmly believes that everyone has a purpose, and at the age of 14 she found her own calling; growing up behind the controls of her father’s popular nightclub in Brazil, absorbing the clubbing atmosphere and developing a strong connection to music.

Having not much of a reference point for underground music in her father’s nightclub DJ booth, it took moving to Sao Paulo for ANNA to dive in to the electronic music scene – quickly joining a local booking agency and getting to grips with producing her own original tracks. Hard work often isn’t glamorous, especially in the face of financial difficulties and playing for free at a young age, but ANNA’s persistence and love for what she does began to pay off.

“Let’s get one thing straight: we f*cking love ANNA and her beats.” Mixmag
Continuing with a relentless touring and production schedule, she is intent on exceeding expectations in all aspects of music. Highlights include performing to packed crowds in her home country of Brazil where her sets at Warung and D-Edge are part of local clubbing folklore, Carl Cox Revolution at Space, Space Ibiza Closing and Solomun +1, the legendary Rex Club in Paris, Tobacco Dock in London on NYD, and Australia’s famous Rainbow Serpent Festival. Already in 2017, she has played Paradise @ DC10, Movement Detroit, Ultra Resistance in Miami, Awakenings Festival, Resistance @ Privilege Ibiza.

“ANNA has arrived and is here to stay” according to THUMP, so watch out for a Brazilian whirlwind of grooves coming to rock a dancefloor near you.

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Any Mello conhecida até então pelo seu trabalho como Vj, decidiu que era hora de dar o próximo passo em sua carreira. Agora como Dj e produtora, ela vem despertando o interesse dos amantes de Techno. Por passar temporadas anuais na Alemanha, o país se tornou sua segunda casa e influenciou sua forma de entender a música.
Dona de um grande carisma e um modo simples de ver a vida, Any interage com seu público de forma genuína e por onde passa deixa a sua marca.

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Já diziam alguns dos maiores gênios da arte: criatividade é trabalhar com suas próprias limitações. A evolução artística legítima se encontra no desafio constante de seus próprios limites. Eli Iwasa e Marco AS  – ela DJ, e ele produtor musical – são mestres nas funções que ocupam. Na longa estrada de suas sólidas carreiras, aprenderam a dominar com destreza rara os elementos-chave de suas ocupações: técnica e sensibilidade. A fim de se manterem vívidas, no entanto, almas destemidas se orientam espontaneamente em direção ao inexplorado. Eli e Marco fazem parte desse grupo. No Bleeping Sauce, eles não apenas experimentam com novos sons, mais com novas capacidades: Marco toca com uma gama de novos instrumentos, diferentes daqueles que dominava ao integrar o projeto Click Box, e Eli se aventura em sua própria voz, cantando com habilidade letras escritas pelos dois.

 

Essa busca pelo novo se traduz em uma explosão de inspiração: melodias, ritmos e letras nascem naturalmente, límpidos, refletindo o momento presente prolífico da dupla. Desde o primeiro ensaio juntos, a sinergia foi instantânea: vindos da mesma escola musical de synth-pop e pós-punk que reúne New Order, Depeche Mode e The Cure, Eli e Marco encontraram, um no outro, a companhia musical perfeita. A sincronia da dupla é evidente, tangível em sua música, palpável na presença dos artistas. Essa autenticidade foi rapidamente sentida em suas imediações: logo de início, o Bleeping Sauce lançou, pelo selo Warung Recordings, um EP com remix de Gui Boratto. O contraste entre experiência musical e propensão ao inexplorado resulta em uma performance legítima, pura, que apenas aqueles que a presenciam podem compreender. 

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Linguagem. Segundo o dicionário Houaiss, significa “qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais.” Alguns artistas encontram nas palavras escritas seu meio de expressão mais eficaz. Outros, extrovertidos, usam a língua falada. Há também aqueles que obedecem sua memória visual, e encontram no design ou no modo de se vestir a melhor forma para se comunicar com o mundo. Paulo Boghosian, por sua vez, fala a língua da pura música. Sua percepção sonora é límpida, tornando o som quase tangível em cada uma de suas apresentações: é com uma música intensa, enérgica e destemidamente íntegra, que ele se comunica com o seu público. A pista, por sua vez, responde invariavelmente à altura.

Tal sensibilidade é a maior constante de Boghosian. Enquanto o hype faz nascer alguns e sumir outros no trajeto do tempo, ele mantém sua carreira inabalável há 17 anos. Sua linguagem, forte, sofisticada e ao mesmo tempo sensível, é admirada por todas as tribos. Pudera: mestre de sua identidade sonora, ele se comunica, em qualquer club e em qualquer horário da noite, com seu próprio idioma, inconfundível. Sua destreza, porém, não reside apenas em cultivar essa personalidade artística singular. Boghosian sabe como poucos dosar nuances, os altos e baixos que o fazem um DJ apto a capitanear o início, o auge e o fim de uma soirée. Não é à toa que, ao longo de seu percurso, ele foi escolhido, por três vezes, como “Melhor DJ do Brasil” no prêmio da revista Cool Magazine.

Seja em suas residências no club Warung e na festa Colours, em suas produções solo lançadas por selos como DFTD (Defected), AIA-D e SUDD ou em remixes para artistas como Marco Resmann, Boghosian mantém-se fiel ao seu senso apurado, propagando ininterruptamente aquilo que faz de melhor: a música pela própria música.

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Repertório rico e mixagem hábil fazem bons DJs. Mas nesta constelação de apaixonados musicais que dão as caras atrás das cabines do universo, existem pontos luminosos que brilham mais forte. Eles são focos de luz pulsante, atraem galáxias inteiras por onde passam. Aqueles que os veem tocar são embriagados por sua cintilância, sem saber ao certo por quê – e quando menos esperam, percebem seus corpos a se mover involuntariamente, seus olhos fecharem-se de tempos em tempos e, sob um torpor musical coletivo, sorrisos abrindo em seus rostos. Autênticos comandantes de suas naves espaciais, esses DJs que fascinam multidões têm, além de técnica e pesquisa musical intensa, uma rara dádiva celeste: eles escutam com sinceridade extraordinária a própria intuição. São mestres das sensações, causadores de reações, conectam-se com outros seres com facilidade surpreendente.

Há 15 anos movendo pistas nesta e em outras galáxias, Eli Iwasa é uma DJ completa. Seu senso apurado a leva não somente a compreender seu público, mas a uma renovação musical constante e afinada com o seu tempo astral. Ela é atual, mas sem jamais abandonar suas referências – como esquecer sete anos conduzindo a noite Technova, no estelar Lov.e Club. Recentemente, seu desejo de expressão artística a levou a criar a banda Bleeping Sauce ao lado de Marco A.S. (ex-Click Box). Lá, ela canta suas letras, em meio a kicks de techno e a guitarras que reverberam os tempos em que passava seus dias na Galeria do Rock, em São Paulo, procurando por lançamentos de pós-punk e synthpop – quem sabe, um novo disco pirata ou a última raridade recém chegada do Japão.

 

Assim como Patti Smith e PJ Harvey, mulheres fortes que são suas inspirações de vida, Eli é multiforme: artista sideral, empreendedora sócia do Club 88, em Campinas, e curadora de seu programa de rádio. Uma jornada rumo ao infinito, que irradia energia reluzente por onde passa.

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A brasileira Graziela Largura é a pessoa por trás do projeto ELLA WHATT. Com 28 anos, a DJ e produtora já acumula alguns anos de carreira, tocando profissionalmente desde os 16 anos.
Após passar pela faculdade de Produção de Música Eletrônica na Anhembi Morumbi, a DJ se mudou para Dublin na Irlanda, onde adiquiriu muita experiência tocando Techno. A cena underground acabou puxando ela para a Londres, onde morou um ano. Ao voltar para o Brasil, Grazi formou o duo de Tech House, Drunky Daniels, com Vini Ferreira. O projeto deslanchou, tendo suporte mundial de vários artistas e músicas alcançando o Top 100 do Beatport. (…)

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Dizem que sintetizadores têm sonhos. Eles sonham em serem sintonizados em novas combinações, em serem controlados por alguém com paixão e criatividade. Tudo isso é verdade, pois foi mostrado a Fabø em um dos seus próprios sonhos. Enquanto ele dormia e tinha visões de uma vida passada, repentinamente sentiu o chamado do sintetizador, o deslumbre do compressor e o suave brilho da tela do computador clamando por sua presença.
Um novo dia amanhece. Com um bumbo e claps firmes, Fabø está pronto para ambos, construir e reconstruir belas canções. Suas raízes se encontram nos poderosos acordes e fragilidade emocional de Joy Division e New Order. Dessas origens seu próprio destino e criatividade começaram a dar frutos. No centro, uma linha de baixo poderosa, à esquerda, sintetizadores assombrosos e à direita, algo desconhecido, mas melódico e cativante.

 

Esse é o caráter de Fabø. Música eletrônica que nem é tão estranha, nem tão familiar. Percussões incisivas e e grooves sólidos movem os pés dos ouvintes, enquanto vocais intrigantes encontram espaço em seus corações. Fabø é fiel ao seu processo criativo, como indivíduo ou como parte da dupla Rolldabeetz. Sua relação com os instrumentos não é entre homem e máquina, mas simplesmente de uma frequência à outra.
Sua música característica fez de Fabø um embaixador da cena house brasileira. Suas residências nos Clubs Vibe e Warung Beach Club – reconhecidos pela DJ Mag como uns dos melhores clubs do mundo – levou sua música a milhares de ouvidos e novos adeptos. Gravadoras internacionais tomaram notícia de seu trabalho e o colocaram em companhia de grandes artistas, em selos como Nurvous, Stranjjur, Electronique e sua própria Playperview.

 

Jovem na idade, experiente em seu coração, Fabo está liderando uma revolução. O Brasil o conhece, e agora é hora de todo o mundo também.

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Flow & Zeo começaram suas carreiras individualmente em 1999, e vem tocando juntos desde os anos 2000. Conectados dentro e fora das cabines, além de djs, são produtores musicais, gerenciam o label Tropical Beats e tocam pelos 4 cantos do globo. Seus sets são dinâmicos e bem construídos entre o House e o Techno, elementos que mixados com seu carisma e técnica precisa, envolvem o público por onde passam.

O duo se apresenta constantemente nos principais clubs pelo Brasil: Warung, D-Edge, Privilege, Deputamadre, Vibe, Pacha, 00 entre outros. Também se apresentaram nos maiores festivais do mundo como: Rock in Rio, Tomorrowland, Creamfields, Love Parade, Warung Day Festival, Tribaltech, Skol Beats, Universo Paralello, Rio Music Conference, Chemical Music, Xxxperience, ao lado de Sven Vath, Solomun, Dubfire, Jamie Jones, Seth Troxler, Booka Shade, Trentemoller, Ellen Allen, para citar alguns.

Com dedicação integral a música, tocando e produzindo em estúdio, firmaram uma sólida carreira internacional com apresentações em países como Alemanha, Portugal, Dinamarca, Suécia, Suíça, Reino Unido, Espanha, E.U.A., Croácia, México, Panamá, Colômbia e África do Sul. Em 2007 e 2010 tocaram na LOVE PARADE, para mais de 1 milhão de pessoas na Alemanha. Além de terem se apresentado ao redor do mundo em clubs como o lendário Bar 25, Kater Blau, Sisyphos, Wilden Renate, Ritter Butzke, Egg London, Indústria, Zero Club, KB18, Moma, Baum, Hookah, Lite, 102, Climax, Sway and Home14. Recentemente, se apresentaram ao vivo no Boiler Room TV.

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O Sul do Brasil se notabilizou como um local privilegiado para os fãs da música electronica, e é dele que o gaúcho Fran Bortolossi surge como um dos mais talentosos protagonistas. Fran começou a tocar no ano de 2006 na Serra Gaúcha, e três anos depois, em 2009 passou a fazer a COLOURS, festa itinerante que já teve mais de 60 edições entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e que hoje é uma referência nacional em produção e curadoria.

 

Além dos eventos que produz, o talento de Fran também se revela nas mixagens e na construção de sets de House Music: ele já se apresentou em grandes festivais como Tomorrowland Brasil e XXXPerience, além de clubes brasileiros do porte de D-Edge (SP), Warung (SC) e Vibe (PR). Entre 2015 e 2017 turnês frequentes pela Argentina e passagens pela Europa, com apresentações em festivais como Amsterdam Dance Event e em clubes como Ritter Butzke (Berlim) lançaram o nome de Fran no circuito internacional. O período também foi marcante no que diz respeito às produções, com mais de seis faixas originais e remixes sendo lançados por selos como LouLou Records Warung Recordings.

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A música eletrônica está repleta de artistas de apenas um hit, atrelados a determinado tempo e espaço e nunca mais vistos novamente.

Gabe não é um deles. Um dos produtores pioneiros em seu país de origem, o Brasil, ele tem vitalizado toda uma nação de dançarinos desde o final dos anos 90. Seus primeiros sucessos vieram de nomes e gêneros diferentes, os quais ele abandonou em favor de um chamado mais verdadeiro. Essa mudança consciente é evidência de sua abordagem – implacável, envolvente e versátil. Gabe mantém uma fluência maliciosa de dark techno, envernizado de baixos acessíveis, vocais e batidas house dançantes.

Gabe não é um tipo que descansa sobre seus próprios louros. Apesar de ter sido indicado como um dos DJ Mag Top 50 sob uma diferente alcunha, ele mudou sua marca registrada e seu estilo de produção há quase uma década, para refletir novos interesses. Seu estilo varia entre deep house a 2-step, indie-dance, techno e mais nos últimos oito anos. Grandes gravadoras e artistas tomaram nota – Sasha o convidou para remixar duas músicas lançadas em seu selo emFire, e seus últimos lançamentos em alicerces da house music como Off Recordings e Defected lhe trouxeram fama ao redor do globo. Ele também traz uma atitude focada à suas gigs, construindo live sets dinâmicos, musicais e tudo, menos ordinários.

Como a maioria dos artistas de vida longa, o trabalho de Gabe é multifacetado. Enquanto viajando e tocando em mecas da dance music como o Warung Beach Club (Brasil), Bar25/Katerholzig (Alemanha) e festivais em locais tão remotos quanto a Austrália, ele também administra o selo Zero Eleven Music, apresentando proeminentes novos artistas a partir de seu QG em São Paulo. Esse elemento de retribuição à comunidade é algo precioso para Gabe. “Estou sempre aprendendo” diz ele sobre sua paixão pela colaboração. “Aprender primeiro para mim, e depois trocar experiências com novos artistas, é uma das coisas que mais gosto de fazer”.

Com incomparável dedicação, um currículo de dar inveja, e energia suficiente para viajar continentes, Gabe vê um futuro brilhante para a música eletrônica. Olhos firmes no horizonte como artista solo, membro do eminente duo Velkro e dono de gravadora, esse homem ocupado não planeja descansar tão cedo.

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Gustavo Bravetti: músico, inventor, mágico. Com seu longo chapéu negro e armadura high-tech, é um performer sem igual no mundo da dance music. Inovador e criativo, acredita que um live act vai muito além de tocar sua música para o público – é a chance de enfeitiçar, fascinar e hipnotizar as pessoas. Durante quase três décadas é isso que Bravetti tem feito, da Loveparade ao festival Kazantip, e hoje o futuro deste artista ímpar parece mais promissor do que nunca com o lançamento do live Analogico.

“Analogico” representa a realidade; o agora. Uma combinação de circuitos reais em uma irreverente performance ao vivo. Aviso: isto não é uma simulação. Desde o primeiro beat, a vibração é verdadeiramente real. “Analogico” é sobre vontade e controle. Trata-se da interação irrestrita entre os circuitos e a multidão, com Gustavo Bravetti atuando como interface entre eles, tendo a música não como subproduto, mas como verdadeiro significado de todo o processo.

“Eu não queria ter uma qualidade de música para minhas produções de estúdio e outro tipo de qualidade para minhas performances ao vivo. Eu não queria usar trilhas de backup ou amostras pré-masterizadas apenas para manter uma consistência entre meu estúdio e trabalhos ao vivo. Eu queria que todos esses circuitos funcionassem, vibrando, eu também queria ter controle total sobre eles”.

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HNQO cresceu nas ruas de Curitiba como um famoso breakdancer, guiado pelas vozes de Kool Herc e Grandmaster Flash.

 

Pouco tempo depois, ele passou a criar habilmente camadas de hit hats para batidas cheias de groove e vocais com um toque suave mas ameaçadora. Sua música toma conta de você da cabeça aos pés, com ganchos insolentes e ritmos infecciosos. Mais do que um músico, HNQO é um intérprete do passado, fundindo elementos de hip hop, jazz e outros gêneros em seu estilo muito próprio de deep house.

 

Hoje HNQO (ou Henrique, como é conhecido para os amigos) é uma das jovens estrelas em rápida ascensão na música eletrônica. Graças a estes sucessos, HNQO foi descoberto pelo inimitável Russ Yallop, e suas faixas são lançadas pela Hot Creations entre outros selos. Além disso, a marca própria de HNQO, Playperview, está vendo o sucesso internacional. Por quê? Porque a alegria e energia contagiante deste jovem talento permeia tudo o que faz, a partir de suas produções flutuantes, cheias de recursos para a pista de dança, e seus sets extremamente dançantes.

 

HNQO traz o funk, soul, e uma dose completa de realismo ao seu talento musical. Com EPs de destaque já lançados e uma série de outros ainda por vir, ele está pronto para abraçar o mundo.

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Oliver Grégoire é hoje um dos produtores belgas mais prolíficos e reconhecidos mundo afora. Isso graças ao seu perfeito domínio da arte da produção musical, que passou por muita experimentação em diversos gêneros, sob vários pseudônimos, dando origem a uma vasta discografia em renomados selos de música eletrônica. Um destes nomes é Kolombo, sob o qual Oliver construiu uma sólida carreira como produtor e DJ. Suas músicas já foram lançadas por selos como Kompakt, Eskimo, Noir Music, Bunny Tiger, Future Classic e 2DIY4, assinando pela última a track “My Own Business”, hit que atingiu o nº 2 de vendas no estilo Deep House no site Beatport. Como DJ, Kolombo se tornou em pouco tempo um nome concorrido no Brasil, especialmente por ter conduzido com maestria três grandes noites no main floor do Warung Beach Club e mais duas noites “sold out”: Vibe, em Curitiba e Beehive, em Passo Fundo. Desde então o belga já soma a impressionante marca de mais de 60 apresentações em pistas brasileiras espalhadas em 15 estados do país, com passagens por festivais como Tomorrowland Brasil, Tribaltech e XXXPerience. Produtor experiente, hoje comanda seu próprio selo, LouLou Records ao lado de seu parceiro Loulou Players, que possui uma firme conduta musical e faro para novos talentos e conta com o apoio de artistas como Solomun, H.O.S.H., Wally Lopez, entre outros. Como necessidade de extrapolar seus impulsos criativos, também cria música eletrônica de vanguarda desde 2008, ao lado do produtor Geoffroy Mugwump, pioneiro em Bruxelas, já tendo lançado músicas de consistência indiscutível por selos respeitados como Permanent Vacation, Cocoon, International Feel e Endless Fight.

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A americana Lauren Lane começou sua carreira de DJ na cena novaiorquina em 2007. Atualmente mora em Los Angeles CA, tendo residências no Sound Nightclub (Hollywood CA) e BPM Festival (México). Desde seu boom em 2010 Lauren viaja pelo mundo regularmente tocando em numerosos eventos e festivais como Coachella, EDC, Wavefront e BPM. Como produtora lançou seu primeiro EP ‘Cool Kids’ na gravadora de Nic Fanciuilli Saved Records. Ambas as faixas no EP ‘Cool Kids’ e ‘ Magic Flight’ mostraram ser de uma fundação sólida de deep house  com elementos tech house que transpiram uma sensação agradável e dançante na pista.  Lauren também debutou no label Visionquest com o EP “Lazer Eyez’  e na No. 19 Music com ‘Was in Luv’ ambas com vocais de Jaw (integrante do dOP), também remixou a track ‘Wild’ para Nic Fanciulli. Todos seus lançamentos receberam suporte de artistas internacionais como Seth Troxler, Carl Cox, Jamie Jones,  Martinez Brothers, TEED e outros.

Lauren Lane agora é artista exclusiva da 24bit Management para o Brasil!

 

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Casualidades, acaso, destino: há muitas palavras capazes de designar as coincidências, mas quando a vida proporciona essas ocasiões o fascínio é inevitável. Leo Janeiro é um carioca que foi abençoado com o nome de sua própria cidade. Isto poderia ser apenas uma feliz coincidência, não fosse o fato de que o tempo e a trajetória do artista fizessem dele um protagonista do cenário da música eletrônica em sua cidade natal.

Foi em meio às paisagens deslumbrantes e imerso na rotina singular proporcionada pela calma da natureza contrastando com a agitação típica da metrópole – características exclusivas do Rio de Janeiro – que Leo construiu uma carreira dedicada à música. Em uma cidade com tantos atrativos diurnos, foram a noite e a House Music que atraíram a atenção de Leo. Influenciado pela Black Music dos lendários bailes cariocas, o DJ se apaixonou pela novidade que era a música eletrônica nos anos 90. No início dos anos 00 se rendeu em definitivo a esta paixão e decidiu se dedicar integralmente à música. Em pouco tempo o artista se tornou um dos grandes representantes dos sons das pistas no Rio, atuando em diversas áreas ligadas ao segmento da música eletrônica.

Mesclando talento com a experiência adquirida nas pick-ups, logo a carreira de Leo ultrapassou os limites da cidade que o criou, o que o fez expandir sua carreira para outras praias – onde mais espera-se encontrar um verdadeiro carioca? Atualmente é residente do Warung Beach Club e do Beehive Club se tornando um dos principais DJs do Brasil. Como produtor musical vem colhendo bons frutos no Studio, com releases lançados pela Suara, D-Edge, Records, D.O.C , Not for Us, Go Deeva entre outros. Seu trabalho foi fundamental na concepção do Rio Music Conference, do qual e curador e grande incentivador. Hoje também desenvolve a função de A&R do Warung Recordings.

Hoje Leo carrega na bagagem não apenas residências destacadas e a passagem por países como Espanha, Portugal, Holanda, Alemanha e Estados Unidos como um divulgador da música eletrônica brasileira, mas também a consciência de sua sina: é capaz de aliar como poucos a originalidade a uma linguagem universal. Tal qual a sua cidade.

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Construir sets com a mesma habilidade com que os bons contadores de histórias nos envolvem em suas narrativas: criando suspense, colocando e retirando elementos na hora certa, alternando momentos etéreos com outros de intensidade, mas sempre dosando a emoção com precisão minuciosa. O curitibano Leonardo Arlant, mais conhecido como Leozinho, é um dos poucos DJs brasileiros aos quais esta analogia se aplica à risca.

Leo começou a tocar em 1996 e foi não apenas um dos DJs pioneiros no país, como também residente de um dos clubes mais importantes para o início da cena brasileira, a Rave, de Curitiba. A vocação inequívoca para as pick-ups e a capacidade de flertar com as variantes da House Music, do Trance e do Techno no mesmo set rapidamente fizeram dele uma referência na discotecagem com vinis: dono de um grande acervo repleto de raridades, logo nos primeiros anos de carreira ele percorreu os principais clubes do Brasil e já em 2000 venceu o  “Philips Expression”, torneio que reuniu grandes DJs brasileiros. Em 2004 Leozinho foi premiado como “DJ revelação” do país no prêmio da Noite Ilustrada, do jornal Folha de São Paulo.
Suas apresentações no Skol Beats fizeram com que ele adquirisse experiência também em festivais e fosse um dos poucos representantes brasileiros no line-up do Creamfields Buenos Aires, festival onde tocou em 2006. Tem no currículo apresentações em clubes e festivais conceituados de Londres, Berlim, Hong Kong, Amsterdam, Los Angeles e Ibiza.

Primeiro residente do Warung Beach Club – clube onde regularmente faz alguns dos seus melhores shows até hoje – ele ainda integra o trio Life Is a Loop e também se dedica as novas produções, ao lado de parceiros como Ricardo Albuquerque (Warung Recordings) e o brasileiro Gabe. Tanto nestes projetos como em sua carreira individual, Leozinho é um dos grandes talentos na arte de contar histórias através de suas apresentações melódicas e carregadas de experiência que, assim como na literatura, têm a valiosa capacidade de envolver e apaixonar as pessoas na pista.

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Jérôme Denis aka Loulou Players tem sido presença constante na vida noturna da Bélgica por mais de 10 anos. Trabalhando com seu amigo Kolombo, teve a oportunidade de lançar por labels consagrados como Suara, Nurvous, Bunny Tiger, King Kong, assim como pelo próprio label que tem com K – Loulou records –, além de tocar sua música em diversos países, como Alemanha, Cazaquistão, França, Portugal e Suíça, para citar alguns. Um workaholic convicto, Jérôme também é um conhecido promotor de festas em sua cidade, Namur, onde ele recebe os melhores DJs e produtores internacionais.

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A bela ucraniana Nastia tem sido aclamada como a grande revelação de 2013 por ninguém menos que o mestre Dubfire. Entretanto seu envolvimento com o mercado da música começou em 2006, quando foi contratada pelo festival Kazantip como DJ residente e também produtora de seu programa de rádio na famosa Kiss FM, que perdura até hoje sob a alcunha de Propaganda, também o nome do selo comandado por ela.

Seu estilo é inconfundível e por mais que tenha se aventurado no universo das produções, é diante das pick ups que Nastia mostra o melhor de si: mixagens seguras, sensibilidade na escolha do repertório e uma visível influência techno tornam seus sets experiências únicas de entrega e conexão entre artista e pista de dança.

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A história é a seguinte: com 13 anos o garoto ouve seu primeiro disco de música eletrônica no estúdio do primo de um amigo. Ao invés do vídeo-game, pede de natal dois toca-discos e um mixer. Daí em diante a curiosidade vira vontade, que vira coleção, e as referências passam a ser o cimento perfeito das partes desta persona musical que precisava ganhar o mundo: Felipe Muller torna-se Phil Mill. Um processo que vem acontecendo há muitos anos – tempo em que Felipe se aprofundou na pesquisa não só do house, mas também do funk, disco, ítalo, techno, e tantas outras vertentes que permeiam e influenciam seus sets e produções. Foi esta necessidade de expressão no estúdio, nos toca discos, na casa de amigos e nas pistas que deu origem a festa Alter Disco. Que transformou Felipe num DJ. Em criador de música. Em conversor humano de vibrações em sorrisos e movimentos.

 

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Dos jogadores de futebol aos sambistas, o gingado é o embalo brasileiro por excelência. É dele que se nutrem os movimentos da capoeira, o ritmo do samba e também, para além de nossas fronteiras, a música latina. E é nesse fluxo constante, no ímpeto do puro movimento, que se encontra a identidade de Roni, aka R H R.  Na contramão de artistas que preferem ser lembrados por uma estética musical precisa, ele tem em suas referências um leque múltiplo, perfeitamente dinâmico, daquilo que mais marcou sua infância no Morro Grande, distrito da Grande São Paulo: os tios capoeiristas e as festas em família ao som de salsa e de bolero. O calor desses momentos, incorporado pela movimentação constante de pessoas e pela variedade de espaços por onde passou, está vivamente presente, ainda hoje, em sua personalidade artística.

Roni não situa esses elementos dentro de um gênero musical, mas em sua própria leitura sonora, materializada por síncopes, texturas escuras e ambiência lo-fi – características que são apenas um fio condutor para sua musicalidade livre de amarras. Tal versatilidade foi seu primeiro dom a chamar a atenção de artistas como Danny Daze, com quem produziu um EP lançado pelo Warung Recordings, em 2016. Uma desenvoltura técnica irreprochável é a segunda virtude do paulistano de 22 anos que hoje mora em Londrina, no Paraná.

Se prodígio é um atributo concedido a muitos, mas personificado por poucos, Roni se encontra entre esta minoria: seu trabalho é reconhecido apenas três anos depois de produzir sua primeira música, em 2013. Talento legítimo, este é um artista raro que personifica o old school e o atual, o brasileiro e o mundial, a ginga e a precisão.

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Produtor musical há dez anos, o paulista Leandro Rocksted é o nome por trás do projeto Rocksted. Considerado um dos artistas mais versáteis e modernos da cena atual, seus grooves únicos e melodias com identidade própria tornam suas músicas uma verdadeira obra de arte! Muito respeitado em meio a produtores como Kolombo, Malaa, FractaLL, seu trabalho singular fez com que surgissem oportunidades para grandes colaborações com artistas altamente conceituados na cena eletrônica nacional, como Gabe e Dashdot. Além de se dedicar à produção musical, Leandro também é o idealizador do selo “Klandestine”, que tem como objetivo trazer muitas músicas autorais e novos talentos para o mercado musical, a exemplo de seu primeiro lançamento, a track: Rocksted & Barja – War.

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Original, versátil e contemporâneo: o projeto TouchTalk é formado por dois talentosos produtores brasileiros que ao decorrer de suas carreiras decidiram se unir para criarem juntos novas ideias em formato de música. Suas produções são o peso da sua marca, facilmente reconhecida e aceita pelo público.

 

DJs desde 2004 , Gabriel e Estevão se conheceram em 2009 , onde deram inicio em suas produções. Recebendo ótimos feedbacks por vários admiradores do estilo, passaram a aumentar o ritmo das produções, e em 2012 unificaram a dupla “Truati & Gabriel Castro” no projeto TouchTalk. A aceitação se reflete em sucessos como : “Got to Go” presente a mais de meses no topo de vendas da gravadora Zero Eleven (dos DJ’s e produtores Gabe, V.O.R, e Thomaz Krauze). A música também esteve durante um mês do top geral na categoria Tech-House.

Freaking” foi o primeiro release de 2015 pela norte americana Incorrect Music, gravadora referencia em musica underground com base em Chicago, tendo lançado artistas como: Solomum, Hot Since82, Vanilla Ace, Ramon Tapia, Lutzenkirchen, Whebba entre outros. Em menos de dez dias após o lançamento, Freakin” já se encontra no ranking de vendas no gênero Tech-house, e despertou atenção de artistas como Luigi Rocca e Marco Lys, onde ambos utilizaram em seus charts recentes. Esta é apenas uma mostra do que a dupla prepara para o ano de 2015.

 

Artistas como Amine Edge & Dance, Booka Shade, Kolombo, Joyce Muniz, Kyle Watson , Du Serena, Gabe, ,Luigi Rocca, Marco Lys, Vintage Culture, Matt Fear, Marcello V.O.R entre outros, dão suporte a dupla utilizando suas musicas em seus dj sets e podcasts ao redor do globo.

 

Donos de um vasto repertorio musical que semanalmente se renova, Touchtalk possui uma proposta inovadora de live set, procurando constantemente trazer novas ideias em suas apresentações. Diante das fortes referências que os influenciam e os admiram, é possível imaginar o futuro promissor desses talentos que passam de revelação nacional a headline dos principais eventos do país.

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Das profundezas da música eletrônica nacional, finalmente emerge mais um artista verdadeiro.  Autor de histórias, suas canções transbordam emoção em forma de swing, reinterpretando suas próprias raízes musicais em leituras tão contemporâneas quanto futurísticas. Envolvido em um berço de fãs fiéis e crescentes, Victor Ruiz é filho de mãe house e pai techno e um eficiente maestro eletrônico que, do coração a cabeça, prega seus espectadores à pista de dança!

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STAFF

 

24bit e Analog se fundiram em 2017 para formar a Alliance Artists – uma agência feita por pessoas que acreditam no mesmo projeto musical.

staff

Fernanda Paludo

Carlos Mattos

Cristina Olsen

Priscila Prestes

Gustavo Conti

Gustavo Rassi

Melissa Kamei

Rafaela Lessa

Matheus Brambilla

Mayla Christh

Eduardo Quirino

Thaisa Dias

Andreia Batista

Gabriela Almeida